“Eu me amo, não posso mais viver sem mim!”

Essa música faz todo o sentido!

Nossa, que título egocêntrico, Fernanda! É nada! Se a gente não se ama incondicionalmente ninguém suporta viver perto da gente… É por isso que te convido a começar a se amar e a não viver mais sem você!

Eu tenho apreciado minha própria companhia e tenho aprendido a conviver comigo e a gostar disso!! Estava conversando com um amigo esses dias e ainda falávamos que gostar demais da própria companhia pode até ser ruim, porque a gente acaba ficando seletivo demais e não aceita mais qualquer companhia ao nosso lado! De outra forma, a gente consegue passar pelos momentos sozinhos, sem amigos ou familiares por perto com mais facilidade. Isso faz com que a nossa dependência de ter sempre alguém ao lado diminua até sumir! Mesmo porque depender de alguém nunca é bom, em todos os sentidos! Continue lendo ““Eu me amo, não posso mais viver sem mim!””

Fernanda Maria

Relações Públicas de formação, confeiteira por amor e feliz por necessidade! Adoro escrever, observar as pessoas, ouvir boa música e olhar para o céu em busca de nuvens divertidas e respostas para vida!

A importância de se conhecer e de saber cultivar ações que geram quietude e paz interna

Convivemos com nós mesmos há anos. Por meio desse tempo tivemos a oportunidade de nos conhecer profundamente. Nossos valores, aquilo que prezamos, aquilo que realmente nos gera benefício, as coisas que não nos fazem bem e o que não queremos para nós. Não estou falando apenas de prazeres, estou falando também (e principalmente) de ações e pensamentos salutares que geram paz interior e autossatisfação. Como prazeres podemos citar comida, bebida, sexo, bens materiais, bajulação, lazeres, eventos dos mais diversos, etc. Essas características estão associadas ao seu “eu”, atreladas ao seu personagem nessa vida, à sua identidade, ao ego. As ações salutares são mais amplas e universais, elas estão atreladas a você como criatura divina feita a imagem e semelhança do criador, ao seu ser pleno, de luz e amor, conectado ao mundo, interligado a ele, um verdadeiro milagre de energia criativa livre, bem além dos nossos “personagens”.

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Francisco Gallucci

Meu nome é Francisco Gallucci Neto, 29 anos, de Indaiatuba-SP. A única coisa que me define é: ser encarnado buscando a felicidade. O restante é metamorfose ambulante. Formado em Jornalismo, carreira em Marketing, ainda buscando o caminho. E é sobre isso (essa busca) que escrevo.

A primeira reflexão e os primeiros passos

O ponto inicial de reflexão deste primeiro texto é da busca, através da verdadeira sabedoria, de formas de alcançar a real felicidade, ou seja, da libertação do sofrimento. Trata-se de uma série de 3 (três) textos. Vamos ao primeiro deles:

Um dos pontos de partida dos ensinamentos budistas são as 4 Nobres Verdades. A primeira delas é justamente o sofrimento (Dukkha). Nós sofremos, fato. A partir daí, precisamos conhecer e reconhecer esse sofrimento. Ter a coragem de entrar em contato com ele em sua mais pura realidade. Normalmente criamos inúmeros mecanismos para lidar com o sofrimento. Infelizmente, a grande maioria deles são mecanismos de fuga (diversos deles se desenvolvem em vícios), que acabam por mascarar e postergar o problema, causando mais sofrimento. Por um momento, se quisermos mesmo sair deste lugar para algo mais amplo, precisamos encarar a realidade tal como ela é. Não se julgue nesse processo, não é hora de ser juiz e nem é o seu papel. Além disso, entrar em contato com seu sofrimento requer muita coragem, portanto, sinta fluir em você esse reconhecimento de força e coragem por estar fazendo isso. É um momento de contato com a nossa parte mais sombria, aquela da qual passamos anos tentando não dar abertura. Acontece que, para dar o primeiro passo para sair do sofrimento, é necessário conhecer sua sombra.

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Francisco Gallucci

Meu nome é Francisco Gallucci Neto, 29 anos, de Indaiatuba-SP. A única coisa que me define é: ser encarnado buscando a felicidade. O restante é metamorfose ambulante. Formado em Jornalismo, carreira em Marketing, ainda buscando o caminho. E é sobre isso (essa busca) que escrevo.

Como foi me mudar pra SP

 

Há 4 anos e meio, saí do interior e me mudei pra SP. Não foi uma decisão super bem planejada. Eu passei numa entrevista de emprego, e tinha 15 dias pra saber onde morar, e como me virar por aqui. Eu estava super animada, ansiosa, mas claro, tive medo, muito medo.

Sair da nossa zona de conforto, não saber ao certo o que vai acontecer, deixar nossa rotina de lado e nos permitir ficar frente a frente com o desconhecido, tudo isso é bem assustador. E não importa o tamanho da mudança, se é de cidade, país, bairro. Se é de namoradx, estilo de vida, mudar a alimentação. Qualquer mudança que te tire minimamente de uma rotina pré-estabelecida, normalmente pode mudar, e muito, a sua vida.

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Thalita Santos

Thalita Santos é especialista em Mídia, Informação e Cultura pela ECA/USP. Publicitária, aspirante a atriz e produtora cultural. Apaixonada por artes e por qualquer novo aprendizado que possa surgir.

Somos rotuladas pela sociedade

Você já percebeu que tudo na vida se baseia num “padrão” que a sociedade impõe o tempo todo? Quando falo sociedade falo em geral: família, amigos,colegas e outros chatos.
Temos regras desde que nascemos, aprender a falar, andar, comer, escovar os dentes, tomar banho e por ai vai.
Estudamos desde criança e ouvimos “estude para ser alguém na vida”, mas calma eu sou um Zé ninguém? Ah sem esquecer que a gente ouve o tempo todo a família e até amigos falando que namorar cedo não é bom, pois você não vai aproveitar a vida. Mas, se nós fizermos uma análise ao nosso redor tem muitos casais por ai que se divertem muito, até mais do que qualquer mocinha famosa das redes sociais (aquela com muitos seguidores e curtidas nas fotos), mas que vive triste e sozinha em sua casa.

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Cristiane Duarte

Cristiane Duarte, 36 anos, caiçara de Ubatuba. Social Media por amor e cursando MBA de Marketing Digital. Antenada no mundo digital e conectada o tempo todo. Adora viajar, praia, e Netflix com pipoca.

O mau humor une!

Ouve essa da Blitz enquanto você lê porque: é engraçadinha, é vintage, porque sim!Quanta gente de mal com a vida, credo! Eu vi essa tirinha esses dias e amei, porque é bem a realidade. De vez em quando sempre eu sou bem azeda, não gosto desse lance de dar bom dia pra estranhos na rua. Mas acontece que numa fila de banco, padaria, num local onde muitas pessoas estão esperando a mesma coisa, não custa dar aquele sorrisinho simpático.

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Fernanda Maria

Relações Públicas de formação, confeiteira por amor e feliz por necessidade! Adoro escrever, observar as pessoas, ouvir boa música e olhar para o céu em busca de nuvens divertidas e respostas para vida!

Metas pra 2018?

Se você, assim como eu, faz uma lista de metas pra alcançar no próximo ano, e depois fica meio frustrado porque metade dela não rolou, calma!! TÁ TUDO BEM :D

Esse vídeo não é pra te convencer a não fazer mais metas para o novo ano, nem te fazer pensar que nada vai dar certo. É só pra te lembrar que faz bem tirar um pouquinho do peso do mundo das suas costas. Que tudo bem os planos não darem certo. Que às vezes, por mais que você se esforce, as coisas não vão sair como você queria, simplesmente porque você não tem o controle de tudo. Esse vídeo é pra te lembrar das coisas incríveis que aconteceram ao longo do ano, que você nem tinha colocado como meta, como objetivo ou mesmo como desejo. Você certamente conheceu pessoas incríveis, mudou seu ponto de vista sobre muitas coisas, se re-descobriu, teve momentos surpreendentes e também aqueles cheios de tranquilidade. Com certeza fracassou em muitos deles, ficou triste, chorou. E tudo bem! Tá aí um ano novinho, pra gente errar tudo de novo, chorar mais um tanto, e sair dele ainda mais forte pra tentar tudo de novo. Porque mesmo não tendo o controle de tudo, e não acreditando em meritocracia, eu ainda acredito que o caminho é sempre mais importante que a chegada, e por ele, que ainda tento, tento e vou continuar tentando.

 

Thalita Santos

Thalita Santos é especialista em Mídia, Informação e Cultura pela ECA/USP. Publicitária, aspirante a atriz e produtora cultural. Apaixonada por artes e por qualquer novo aprendizado que possa surgir.

É impossível ser feliz sozinho… :(

Quando Tom Jobim (meeeeestre!) escreveu essa música em 1967, ainda era muito enraizado na sociedade o conceito de que, quem ficasse solteiro ou “sem par” tinha algum problema!Acontece que, 50 anos depois do lançamento de Wave, ainda tem uma coisa dentro das pessoas que ser sozinho é algo terrível e que ninguém deveria querer na vida. Tudo mentira! Você já deve ter lido algo do tipo, semelhante a esse texto, mas acho necessário ter mais uma voz libertando você (e a mim também!) dizendo que sim, é possível ser feliz sozinho SIM! (neste momento sugiro que você cante o refrão do Hino da República, junto comigo: “Liberdaaade! Liberdade!!)

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Fernanda Maria

Relações Públicas de formação, confeiteira por amor e feliz por necessidade! Adoro escrever, observar as pessoas, ouvir boa música e olhar para o céu em busca de nuvens divertidas e respostas para vida!

Festinhas de fim de ano!

Essa semana teve mais um vídeo novo no meu canal! E quero compartilhar com vocês essa reflexão bem coerente sobre essa época do ano :P

Vamos falar sobre festinhas da firma, e sobre não tê-las quando você não tem firma. Essa é uma das coisinhas que sinto falta da vida CLT, mas, como vocês já devem ter lido em algum lugar, nenhum CNPJ vale um AVC, não é mesmo? Sigamos, com nossas próprias festinhas e nossa consciência limpa, e livre!

 

Não deixe de se inscrever no canal, e deixar sua opinião, tá bem?! =)

Beijos, beijos!

 

Thalita Santos

Thalita Santos é especialista em Mídia, Informação e Cultura pela ECA/USP. Publicitária, aspirante a atriz e produtora cultural. Apaixonada por artes e por qualquer novo aprendizado que possa surgir.

Extraordinário

Não, isso não é uma resenha ou crítica cinematográfica. Como sempre é só mais uma dessas reflexões que me vem quando eu vejo algo que me emociona e me faz pensar. Domingo passado fui ao cinema assistir Extraordinário e você já deve ter ouvido falar nesse filme que é o hit do momento né? Tá todo mundo assistindo e chorando. Não vou nem comentar da atuação da Julia Roberts e do Jacob Tremblay, que interpreta o personagem principal, porque né? Eles arrasam simples assim. Mas vou falar sim da beleza inusitada que é o filme.

Confesso que fui assistir com a certeza que ia presenciar cenas infindáveis de tristeza, bulling e dramas pessoais. Passei mais da metade do filme esperando que o pior dos piores fosse acontecer, aquela reviravolta do roteiro que faz a gente perder o chão e se debulhar em lágrimas. Mas não, isso não aconteceu.  O que aconteceu foi melhor e pior ao mesmo tempo, em vez de cenas tristes você se depara com cenas humanas. Totalmente humanas e não é raro você se identificar com um ou outro personagem. É lógico que o filme traz o drama do personagem principal, mas todo o roteiro é envolto por cenas tão humanamente simples. O filme mostra a rotina, o cotidiano, a luta diária que todos nós enfrentamos na nossa vida e que vamos combinar às vezes dá mesmo para fazer um filme né?

A emoção que eu senti, e espero que outras pessoas também tenham sentindo, é o quanto a nossa luta cotidiana pode ser bela. Nossas derrotas e conquistas são dignas de serem celebradas Sai do filme com aquela sensação do quanto nós, seres humanos, podemos ser surpreendentes. Como podemos ter atitudes tão horríveis em alguns momentos e tão belas em outros. Como somos tomados por decisões corajosas e covardes ao mesmo tempo, e que apesar de atitudes horríveis, carregadas de preconceito e ódio, o ser humano ainda é capaz de atitudes lindas e amorosas. O filme para mim foi uma grande dose de otimismo, fé e esperança na nossa humanidade. Me passou aquela sensação que somos todos guerreiros incansáveis dessa batalha doida que chamamos de vida e que as vezes só basta olhar e ouvir com atenção para encontramos o extraordinário do mundo.

Rafaela Moyses

Rafaela Moyses, Bacharel em Relações Públicas, nerd de plantão e amante de livros. Apaixonada pela arte de ler e escrever, busca nas palavras o refúgio da vida.