Tempo, tempo, tempo…

“O tempo não para!”
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“Estou atrasado! Estou atrasado para um compromisso muito importante!”

Você deve ouvir – e falar – muitas vezes que “não tenho tempo”, “a vida tá muito corrida, tô sem tempo”, “não deu tempo hoje, amanhã eu faço/vejo/vou…”. Assume: você já usou a falta de tempo como desculpa pra deixar de fazer alguma coisa que não queria. Eu já! (provavelmente minha terapeuta está lendo esse texto e depois eu terei problemas, mas enfim!)

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Fernanda Maria

Relações Públicas de formação, confeiteira por amor e feliz por necessidade! Adoro escrever, observar as pessoas, ouvir boa música e olhar para o céu em busca de nuvens divertidas e respostas para vida!

O copo meio cheio!

Era pra ter uma música aqui. Mas a inspiração do texto veio sem isso! Indique nos comentários uma música que você acha que combina!

Fim de semana passado eu tirei para fazer visitas. Fui à casa de dois amigos no sábado e de uma no domingo. Em todas as conversas que tive, que foram deliciosas e enriquecedoras, em todas elas, a palavra RESSIGNIFICAR (trazer novo significado) ficou ressoando na minha mente! Para cada situação, a sugestão era ressignificar. 

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Fernanda Maria

Relações Públicas de formação, confeiteira por amor e feliz por necessidade! Adoro escrever, observar as pessoas, ouvir boa música e olhar para o céu em busca de nuvens divertidas e respostas para vida!

Buscando caminhos para o Sentido Existencial

Quem nunca se perguntou:

– Qual sentido da minha  vida?

– Por que existo?

– O que fazer da vida?

– Por que nasci?

Em muitas fases da vida, buscamos respostas por situações e até mesmo por algo que não podemos compreender. A busca de um sentido para vida é algo consequente, principalmente quando existem questionamentos e indagações. Muitos podem negar essa busca, fazendo com que ela se torne inconsciente ou até mesmo, desnecessária. Porém, em um determinado momento  é necessário ser feita uma reflexão pessoal. Em meios às inquietações surgem interrogações buscando por respostas.

Nessa era, onde os aparelhos celulares têm sido totalmente indispensáveis para o cotidiano, um simples objeto que é capaz de ocupar o máximo de tempo nos mantendo conectados com o mundo e mesmo com tantas informações através da internet, contatos com pessoas do mundo todo, nossa atenção se dispersa nas redes sociais. Buscamos frequentemente algo para nos preencher, não só pela ocasião que ocupe o nosso tempo. É perceptível que buscar ocupar o tempo, também é uma maneira de dar sentido. Mas, realmente é isso que tem sentido?  

O preenchimento para o coração para à alma que grita por algo que precisa ser completado, aquela carência profunda por saber exatamente que precisamos achar nosso lugar no mundo, por esses meios existe uma busca incessante, exigimos de nós mesmos algo que nos complete, isso pode ocasionar satisfações momentâneas e realizações em curto prazo. Buscamos espairecer com viagens, claro, isso pode nos trazer um êxtase satisfatório, um ápice de alegria e descoberta, mesmo que seja por poucas semanas, dias e horas. Surgirão situações de empolgação como: festas e bares, o agito total com a “galera descolada”, aquela “curtida” no final de semana ou feriado. Em demasia outros preferem buscar melhorar à aparência física nas academias, salões de beleza e clínicas de estética, não que isso seja desapreciado, de fato zelar pela aparência e cuidar de si é essencial, mas a intenção é: Será que é apenas isso o propósito da existência?

Enfim, há muito que ser citado para exemplificar as formas de preencher os momentos da vida e que estimulem a empolgação por estar vivo intensificando como entusiastas maneiras de encontrar realização.

Entender o significado pleno da existência exige coerência e ouvidos atentos ao que se diz: “chamado”, esse chamado é o que caracteriza realmente a forma dessa realização que irá se materializar como proposito existencial. É totalmente distinto de todas as opções instantâneas. É um processo lento, de descoberta interior, de maturidade e de consciência para enxergar dentro de si, o que realmente existe.

O vazio interior faz com que ajamos muitas vezes impensadamente, até mesmo com falta de responsabilidade sobre si, na ânsia de procurar algo que faça valer a pena, do real significado existencial e das suas razões. Entre tantas formas de encontrar o caminho certo para preencher esse vazio, por vezes o apego pelas futilidades tem se tornado cômodo ao ponto de não perceber se o que está sendo feito, realmente tem sentido. Nesta falta de direcionamento, a vida se torna  um caminho obscuro com  perdas constantes por não saber o rumo certo para prosseguir.

Portanto, o convite hoje após ler esse texto é refletir o sentido existencial e qual é a razão que você se faz presente.

Por mais que a nossa função seja simples, quando fazemos com grandeza ela se torna nobre e por mais que não saibamos ainda o que mais podemos fazer, faça o que é para ser feito. Se esforçando com entusiasmo e dedicação. Porque o simples pode parecer inútil e sem valor, mas, na simplicidade que se obtém os melhores resultados, aqueles que se tornarão grandiosos.

Pedagoga formada pela Universidade Claretiano de Ensino, Especializada em Pedagogia Empresarial, onde desempenhou também como colaboradora interna na instituição social Irmãs Paulinas, onde desempenhou papéis como consultora em Comunicação Social e coordenação de livraria.Teve experiência como pedagoga em sala de aula, coordenadora em Escola de nível Técnico e trabalhos relacionados a área corporativa. Autônoma em parceria com EMCA (Escola Municipal de Ciências Aeronáuticas) na cidade de Taubaté -SP, com desenvolvimento de dinâmicas em grupo, Avaliação de Desempenho, testes na área comportamental , colaboração e participação na avaliação da equipe técnica e teórica. Atualmente trabalha na área de Recursos Humanos, desenvolvendo em seu campo profissional o estudo da área comportamental e inovando com pesquisas na área pedagógica e humanas.

Pare, olhe, contemple!

Achei o vídeo tão fófis que você deveria apreciá-lo!
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Fernanda Maria

Relações Públicas de formação, confeiteira por amor e feliz por necessidade! Adoro escrever, observar as pessoas, ouvir boa música e olhar para o céu em busca de nuvens divertidas e respostas para vida!

TOP POSTAGENS

Depois de 2 anos e meio de site, vamos divulgar aqui as 4 postagens mais acesssadas aqui e tenha certeza que vale muito a pena reler e você que não conhece vale a pena conhecer.

Com que roupa eu vou?
O segundo lugar esta um texto sobre padrões de beleza impostos pela sociedade um ótimo texto para reler. 
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David Paulino Silva

David Paulino Silva publicitário e cozinheiro, fundador do conteúdo aleatório,além de ser campineiro e ponte pretano, fundador do fotográfico http://www.instagram.com/relatopb, amante de arte, fotografia, cerveja e boa comida.

Olha, um problema! Me solta que vou ali agarrar ele!

 “Tem até quem vê problema onde não tem!”

Tem gente que tem um apego em problema que não pode ver um dando sopa e já quer ir tomar posse do coitado! Conheço um povo que ama problematizar a vida, enxergam problema onde não tem, reclamam de problema antigo e adotam problema alheio. Gosto esse, um tanto quanto irritante. Continue lendo “Olha, um problema! Me solta que vou ali agarrar ele!”

Fernanda Maria

Relações Públicas de formação, confeiteira por amor e feliz por necessidade! Adoro escrever, observar as pessoas, ouvir boa música e olhar para o céu em busca de nuvens divertidas e respostas para vida!

O texto mais difícil de publicar

Na morte, celebrar a vida!

Hoje faz pouco mais de dois meses que minha avó faleceu. E resolvi escrever esse texto para parar de assombrar as pessoas quando digo que não estou sofrendo com a morte dela (não sofri com sete dias do falecimento e nem sofro agora!). Sim, não estou sofrendo! Faz um tempão que quero escrever sobre as pessoas que são apegadas no sofrimento, que parecem necessitar do sofrimento para ser aceitas e o fato da minha avó só fez afirmar dentro de mim a necessidade desse texto. Continue lendo “O texto mais difícil de publicar”

Fernanda Maria

Relações Públicas de formação, confeiteira por amor e feliz por necessidade! Adoro escrever, observar as pessoas, ouvir boa música e olhar para o céu em busca de nuvens divertidas e respostas para vida!

Você conhece o seu tempo?

 

Nosso canal tem um quadro muito especial. Basicamente, convidamos amigos, fazemos um drink, e papeamos sobre algum assunto qualquer.

Nesse vídeo, falamos sobre o tempo. Sobre a pressão que sofremos não apenas pra ser de determinado modo, mas pra alcançar e conquistar coisas no tempo julgado como o “certo”.

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Thalita Santos

Thalita Santos é especialista em Mídia, Informação e Cultura pela ECA/USP. Publicitária, aspirante a atriz e produtora cultural. Apaixonada por artes e por qualquer novo aprendizado que possa surgir.

Você não é o seu trabalho!

Trabalhar com algo que te faz sentido é maravilhoso, e sempre digo que precisamos, sim, fazer de tudo para alcançar isso!

Mas se essa não for a nossa realidade, nesse momento, isso nos torna pessoas ruins? Ou torna nossa vida ruim? Ou precisamos ser infelizes por isso?

Somos a soma de várias outras coisas além do trabalho, e não vamos esquecer disso, ok?!

Assiste o vídeo dessa semana, e me conta o que achou :)

 

Thalita Santos

Thalita Santos é especialista em Mídia, Informação e Cultura pela ECA/USP. Publicitária, aspirante a atriz e produtora cultural. Apaixonada por artes e por qualquer novo aprendizado que possa surgir.

Fala comigo!

Acho que esse vídeo explica um pouco porque nos entregamos à solidão acompanhada!

Se você estiver lendo esse texto sentado ao lado de alguém com quem você deveria estar conversando, desligue seu telefone, puxe 7 assuntos diferentes, dê dois beijinhos antes de voltar a ler, senão você viverá o resto da vida em relações superficiais. Tô jogando praga mesmo!

Dia desses foi dia dos namorados! E eu, como não tenho um namorado e as amigas estavam ocupadas (ou com seus crushes ou com outros compromissos), eu fui ao cinema sozinha mesmo! Sentada tomando meu lanche na praça de alimentação do shopping comecei a praticar meu esporte preferido: a observação! Entre uma mordida e outra na minha empada, olhava os vários casais se sentando próximo a mim. E percebi um fenômeno que faz muito tempo que me chama a atenção: o fenômeno da solidão acompanhada!

Esse fenômeno afeta a mim, afeta você, afeta a vovó e o vovô (tadinhos!), afeta os casais. E entre os casais, é pior e mais feio de se ver. O vídeo que abre o texto de hoje ilustra bem o destino dos relacionamentos atuais, com pessoas que fazem companhia uma pra outra, mas que não se relaciona. Se relacionar implica em conversar, se doar, se abrir, se permitir pagar uns micos junto com alguém. Mais que isso, se relacionar significa trocar de mundo, conhecer e entrar no mundo do outro, se deixar mudar em algumas chatices, aprender com a realidade do outro e permitir que aconteça o mesmo com aquele que entra no seu mundo. Aliás, só teremos bons relacionamentos se dermos o ticket de entrada no nosso Jurassic Park pro visitante! #ficaadica

Quando a gente se entrega à solidão acompanhada, principalmente com aquela pessoa que você tem uma relação afetiva, entrar no parque do outro é tarefa para Ethan Hunt: uma verdadeira missão impossível! Ninguém é capaz de invadir esse sistema fechado que é a nossa vida, o nosso espaço particular, a não ser que a gente dê acesso. Se você se senta com a namorada ou namorado, sai passear com a pessoa: converse com ela, pergunte da vida dela, fale da sua vida, conte uma história engraçada, se vulnerabilize (essa palavra existe, Pasquale?!).

Estamos abertos!

Falo dos casais, mas essa solidão acompanhada acontece em todos os tipos de relacionamentos. Eu tenho me policiado muito para não entrar na bolha da tecnologia quando estou com alguém da família ou amigos. É tão chato você estar conversando com alguém e a pessoa estar ligada no celular ao invés de ligada em você. Dá uma preguiça continuar o assunto…. Hoje em dia busco a cada momento conhecer melhor aqueles que convivem comigo, saber suas histórias de vida, o que faz rir ou chorar, a comida que gosta, se tem mau humor quando tá com sono, se mata um quando tá com fome, qual o tipo de música preferida, os gostos bizarros, qualquer coisa que me faça criar um laço, uma conexão wi fi de qualidade, uma rede de amizade e profundidade.

Escrevi esse texto na rodoviária em São José dos Campos, voltando de Campinas, do casamento de dois amigos queridos. E fiquei pensando, enquanto estava mofando esperando meu ônibus, o quanto a gente se esforça por pessoas que não têm seu sangue. Isso só é possível por causa do laço de intimidade e profundidade na nossa relação. Se mostrar, se deixar conhecer, abrir seu olhar para enxergar quem é o outro faz com que nossas relações deixem de ser superficiais e passem a agregar valor. Você tem agregado valor às pessoas com quem convive?! #reflita

Se você chegou até aqui sem ser atingido pela minha maldição do início do texto, parabéns! Se você chegou aqui e tá com uma culpa por todas as vezes que obrigou alguém a estar sozinho na sua companhia, volte até a casa da criatura e siga os passos do início do texto. Agora, se você está praticando a companhia solitária e está em silêncio ao lado de alguém, sinto muito, você nunca vai sentir o que é ter alguém que se importa de verdade e nunca vai se importar de verdade com ninguém! Que morte horrível…

Um abraço apertado, um desejo de mais profundidade e até semana que vem! ;)

Fernanda Maria

Relações Públicas de formação, confeiteira por amor e feliz por necessidade! Adoro escrever, observar as pessoas, ouvir boa música e olhar para o céu em busca de nuvens divertidas e respostas para vida!