Mulheres, há um uivo em forma de livro

Que me desculpem os rapazes, mas o texto de hoje é totalmente dedicado a mulheres.
Quais mulheres? As que são boas demais, as que são gentis demais, as que querem conhecer sua melhor versão, as que não conhecem o seu poder, as que se abrem para conhecer as coisas mais ocultas sobre elas… Enfim, as mulheres que querem tocar, da forma mais profunda, a SUA ALMA.

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Seja generoso…com você mesmo

Feeling Good – Nina Simons

Simples assim.
Você já parou pra pensar o quão culpado se sente diante alguma situação que não deu certo? Inclusive, o quanto se cobra por causa disso? Creio que todos nós já tivemos essa sensação.

Ocorre que você até pode se dar uns puxões de orelha, mas até pra autocrítica, é preciso ter um limite.

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O tempo da dor é o tempo da transformação

Nos últimos anos as empresas têm se preocupado cada vez mais com a pessoa/ser humano que ela está contratando do que com o currículo dela, já reparou? Não, não vou dar dicas de “como se dar bem em uma entrevista de emprego”.
Me chamo Carol Rosa e esse é meu primeiro texto para o Conteúdo Aleatório. Chega mais =)

Creio que não teve melhor dia para postar esse texto, pois hoje damos início ao outono. Não é somente uma mudança de estação, mas uma mudança de ciclo. E é exatamente sobre isso que irei falar nesse texto.

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O Caminho da Libertação

Em algum momento, aos poucos, através de práticas fundamentais de auto-conexão com seu mundo interno, de paz e serenidade – como meditação, como técnicas de respiração (as Pranayamas, respirações da Yoga, por exemplo), como silêncio, entre outras, além das práticas das ações salutares (citadas no último texto) – conseguimos cultivar um estágio de mente calma e de satisfação pessoal muito saudáveis. Esse lugar não é atingível pelos elementos externos causais da vida, porque estamos satisfeitos com nós mesmos. Estamos conectados com nossa essência, àquilo que nos faz bem. A partir desse lugar conseguimos realizar as autoanálises e reflexões que nos guiarão por caminhos que nos trarão verdadeiras realizações. Deste lugar estaremos abertos à verdadeira sabedoria que a vida traz, a todo momento, até nós. O primeiro passo, então, é buscar essa paz e satisfação interna através das práticas recomendadas aqui e nos últimos textos. Você não é capaz de ficar irritado, frustrado, furioso ou inseguro quando está em paz consigo mesmo.

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A importância de se conhecer e de saber cultivar ações que geram quietude e paz interna

Convivemos com nós mesmos há anos. Por meio desse tempo tivemos a oportunidade de nos conhecer profundamente. Nossos valores, aquilo que prezamos, aquilo que realmente nos gera benefício, as coisas que não nos fazem bem e o que não queremos para nós. Não estou falando apenas de prazeres, estou falando também (e principalmente) de ações e pensamentos salutares que geram paz interior e autossatisfação. Como prazeres podemos citar comida, bebida, sexo, bens materiais, bajulação, lazeres, eventos dos mais diversos, etc. Essas características estão associadas ao seu “eu”, atreladas ao seu personagem nessa vida, à sua identidade, ao ego. As ações salutares são mais amplas e universais, elas estão atreladas a você como criatura divina feita a imagem e semelhança do criador, ao seu ser pleno, de luz e amor, conectado ao mundo, interligado a ele, um verdadeiro milagre de energia criativa livre, bem além dos nossos “personagens”.

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A primeira reflexão e os primeiros passos

O ponto inicial de reflexão deste primeiro texto é da busca, através da verdadeira sabedoria, de formas de alcançar a real felicidade, ou seja, da libertação do sofrimento. Trata-se de uma série de 3 (três) textos. Vamos ao primeiro deles:

Um dos pontos de partida dos ensinamentos budistas são as 4 Nobres Verdades. A primeira delas é justamente o sofrimento (Dukkha). Nós sofremos, fato. A partir daí, precisamos conhecer e reconhecer esse sofrimento. Ter a coragem de entrar em contato com ele em sua mais pura realidade. Normalmente criamos inúmeros mecanismos para lidar com o sofrimento. Infelizmente, a grande maioria deles são mecanismos de fuga (diversos deles se desenvolvem em vícios), que acabam por mascarar e postergar o problema, causando mais sofrimento. Por um momento, se quisermos mesmo sair deste lugar para algo mais amplo, precisamos encarar a realidade tal como ela é. Não se julgue nesse processo, não é hora de ser juiz e nem é o seu papel. Além disso, entrar em contato com seu sofrimento requer muita coragem, portanto, sinta fluir em você esse reconhecimento de força e coragem por estar fazendo isso. É um momento de contato com a nossa parte mais sombria, aquela da qual passamos anos tentando não dar abertura. Acontece que, para dar o primeiro passo para sair do sofrimento, é necessário conhecer sua sombra.

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