Mulheres, há um uivo em forma de livro

Que me desculpem os rapazes, mas o texto de hoje é totalmente dedicado a mulheres.
Quais mulheres? As que são boas demais, as que são gentis demais, as que querem conhecer sua melhor versão, as que não conhecem o seu poder, as que se abrem para conhecer as coisas mais ocultas sobre elas… Enfim, as mulheres que querem tocar, da forma mais profunda, a SUA ALMA.

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Ih, deu ruim!

Esse texto não tem trilha sonora. É, tá difícil….

O título descreve minha situação atual: ih, deu ruim! Conhece bloqueio criativo? Quando as coisas não vão nem pra frente nem pra trás? Tipo mula empacada, que não se mexe? Então, bem vindo ao mundo do bloqueio criativo! Esses últimos dias tenho recebido até cobrança de amigos que me leem porque faz tempo que não posto, mas o motivo é esse aí: deu ruim! Continue lendo “Ih, deu ruim!”

O tempo da dor é o tempo da transformação

Nos últimos anos as empresas têm se preocupado cada vez mais com a pessoa/ser humano que ela está contratando do que com o currículo dela, já reparou? Não, não vou dar dicas de “como se dar bem em uma entrevista de emprego”.
Me chamo Carol Rosa e esse é meu primeiro texto para o Conteúdo Aleatório. Chega mais =)

Creio que não teve melhor dia para postar esse texto, pois hoje damos início ao outono. Não é somente uma mudança de estação, mas uma mudança de ciclo. E é exatamente sobre isso que irei falar nesse texto.

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Como anda seu nível de MARAVILHOSIDADE?

Gente, ultimamente eu tenho sido bastante elogiada, principalmente por conta dos textos que publico aqui! Obrigada, de coração, a vocês que lançam a mim palavras de aprovação e carinho! Acontece que eu percebo que fico super sem graça em receber um elogio. A sorte é que todos me elogiam online e, com a proteção da tela do computador ou celular, ninguém vê minhas bochechas vermelhas… Sorte! (quem me conhece sabe que vermelha é apelido quando se trata da minha vergonha, mas abafa!) Continue lendo “Como anda seu nível de MARAVILHOSIDADE?”

O Caminho da Libertação

Em algum momento, aos poucos, através de práticas fundamentais de auto-conexão com seu mundo interno, de paz e serenidade – como meditação, como técnicas de respiração (as Pranayamas, respirações da Yoga, por exemplo), como silêncio, entre outras, além das práticas das ações salutares (citadas no último texto) – conseguimos cultivar um estágio de mente calma e de satisfação pessoal muito saudáveis. Esse lugar não é atingível pelos elementos externos causais da vida, porque estamos satisfeitos com nós mesmos. Estamos conectados com nossa essência, àquilo que nos faz bem. A partir desse lugar conseguimos realizar as autoanálises e reflexões que nos guiarão por caminhos que nos trarão verdadeiras realizações. Deste lugar estaremos abertos à verdadeira sabedoria que a vida traz, a todo momento, até nós. O primeiro passo, então, é buscar essa paz e satisfação interna através das práticas recomendadas aqui e nos últimos textos. Você não é capaz de ficar irritado, frustrado, furioso ou inseguro quando está em paz consigo mesmo.

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É preciso ter paciência!

Faz um mês quase que comecei a esboçar esse texto, escrevi metade, abandonei na pasta de textos do Conteúdo e ficou lá. Porém, o assunto continuou na minha cabeça! Depois de escrever “Eu não sou planta, mas a vida me poda”, percebi que era a hora de dar uma continuidade no assunto, principalmente depois de ouvir um amigo falando que vivemos num mundo onde as pessoas não têm mais paciência.

Realmente, não temos mais paciência para nada! Não temos paciência para esperar a comida chegar/esquentar, para esperar o tempo das pessoas, para esperar o ônibus/táxi/uber/carona chegar, para a terapia fazer efeito, para o dinheiro render na aplicação e eu poderia ficar aqui até ano que vem listando coisas com as quais não temos paciência. Continue lendo “É preciso ter paciência!”

Eu não sou planta, mas a vida me poda!

Talvez ninguém saiba, mas eu adoro rosas! Sou a louca das mudas quando vou numa casa onde tem uma roseira diferente das roseiras que tenho em casa. Não tenho a menor vergonha em pedir uma muda pro dono da casa, fico super feliz quando me dão uma rosa, independente da cor, pra eu poder plantar. E olha, até aquelas rosas que a gente ganha em buquês (o que faz tempo que não acontece….) se eu espero começar a soltar um brotinho – isso acontece quando a gente deixa bastante tempo na água, que é trocada com frequência; o broto sai como um nozinho no caule. Corte em diagonal um palmo acima desse nozinho e enterre num lugar que pegue bastante sol, em terra firme! #ficadica – e planto, geralmente a muda pega!

Uma das muitas rosas vermelhas do quintal!

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“Eu me amo, não posso mais viver sem mim!”

Essa música faz todo o sentido!

Nossa, que título egocêntrico, Fernanda! É nada! Se a gente não se ama incondicionalmente ninguém suporta viver perto da gente… É por isso que te convido a começar a se amar e a não viver mais sem você!

Eu tenho apreciado minha própria companhia e tenho aprendido a conviver comigo e a gostar disso!! Estava conversando com um amigo esses dias e ainda falávamos que gostar demais da própria companhia pode até ser ruim, porque a gente acaba ficando seletivo demais e não aceita mais qualquer companhia ao nosso lado! De outra forma, a gente consegue passar pelos momentos sozinhos, sem amigos ou familiares por perto com mais facilidade. Isso faz com que a nossa dependência de ter sempre alguém ao lado diminua até sumir! Mesmo porque depender de alguém nunca é bom, em todos os sentidos! Continue lendo ““Eu me amo, não posso mais viver sem mim!””

A importância de se conhecer e de saber cultivar ações que geram quietude e paz interna

Convivemos com nós mesmos há anos. Por meio desse tempo tivemos a oportunidade de nos conhecer profundamente. Nossos valores, aquilo que prezamos, aquilo que realmente nos gera benefício, as coisas que não nos fazem bem e o que não queremos para nós. Não estou falando apenas de prazeres, estou falando também (e principalmente) de ações e pensamentos salutares que geram paz interior e autossatisfação. Como prazeres podemos citar comida, bebida, sexo, bens materiais, bajulação, lazeres, eventos dos mais diversos, etc. Essas características estão associadas ao seu “eu”, atreladas ao seu personagem nessa vida, à sua identidade, ao ego. As ações salutares são mais amplas e universais, elas estão atreladas a você como criatura divina feita a imagem e semelhança do criador, ao seu ser pleno, de luz e amor, conectado ao mundo, interligado a ele, um verdadeiro milagre de energia criativa livre, bem além dos nossos “personagens”.

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A primeira reflexão e os primeiros passos

O ponto inicial de reflexão deste primeiro texto é da busca, através da verdadeira sabedoria, de formas de alcançar a real felicidade, ou seja, da libertação do sofrimento. Trata-se de uma série de 3 (três) textos. Vamos ao primeiro deles:

Um dos pontos de partida dos ensinamentos budistas são as 4 Nobres Verdades. A primeira delas é justamente o sofrimento (Dukkha). Nós sofremos, fato. A partir daí, precisamos conhecer e reconhecer esse sofrimento. Ter a coragem de entrar em contato com ele em sua mais pura realidade. Normalmente criamos inúmeros mecanismos para lidar com o sofrimento. Infelizmente, a grande maioria deles são mecanismos de fuga (diversos deles se desenvolvem em vícios), que acabam por mascarar e postergar o problema, causando mais sofrimento. Por um momento, se quisermos mesmo sair deste lugar para algo mais amplo, precisamos encarar a realidade tal como ela é. Não se julgue nesse processo, não é hora de ser juiz e nem é o seu papel. Além disso, entrar em contato com seu sofrimento requer muita coragem, portanto, sinta fluir em você esse reconhecimento de força e coragem por estar fazendo isso. É um momento de contato com a nossa parte mais sombria, aquela da qual passamos anos tentando não dar abertura. Acontece que, para dar o primeiro passo para sair do sofrimento, é necessário conhecer sua sombra.

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