Ubatuba! Quem não conhece?

Hoje tirei umas horinhas do meu dia para escrever e postar no conteúdo aleatório, afinal precisamos quebrar um pouco a rotina.
Confesso que ando meio preguiçosa para escrever, comecei várias vezes essa semana e acabei deixando de lado.

Mas nada que ligar uma música e partir para o texto.

oração . a banda mais bonita da cidade (c/ leo fressato)

Então vou falar um pouco de Ubatuba que é minha cidade natal!

Sou a única de minha família que resolveu sair de Ubatuba e tentar coisas novas em outras cidades, foram 05 anos em Taubaté e agora  01 ano e 02 meses em Campinas.
Sim, eu sou a louca que saiu do conforto da casa da mãe para estudar e aprender com os erros e acertos da vida.

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Minha vontade: Sopa de Feijão com macarrão

É… parece que o frio esta chegando e junto a famosa sopa para esquentar. E quem lembra daquela sopa que só a mãe sabia preparar? Eu até arrisco de fazer, usando os mesmos ingredientes, mas não fica a mesma coisa. Até porque ela faz naquele super fogão a lenha maravilhoso.
É impressionante como nossa mãe tem um toque diferenciado, um toque especial, só pode ser amor e olha que ela nem usa sazon. A sopa que mais peço para minha mãe preparar quando vou visita-la é a famosa sopa de feijão com macarrão e legumes, regada a uma gota de pimenta.

Fonte: Pinterest

Só de pensar deu água na boca, mas nesse momento vou fuçar a minha geladeira e me contentar com o que vou fazer para comer, que ainda não me decidi. E vocês o que vão fazer para comer nesse friozinho?

A expectativa nossa de cada dia

Fonte: Touts

Sou daquelas que acredita que grande parte das nossas dificuldades diárias de lidar com a vida, existem graças àqueles traumas de infância que nossas mães e pais deixaram como um brinde querido à nossa vida adulta.

Aquela dificuldade em socializar, em acreditar em si mesma, em acreditar que você é sim capaz de fazer algo, mesmo que seja algo bobo, como lavar sua própria roupa (e deixá-la incrivelmente limpa e cheirosa), como fazer seu próprio almoço ou conseguir pagar todas as suas contas no final do mês, e ainda se dar ao “luxo” de comprar uma bolsa nova.

Aquela vontade insistente de cuidar (e controlar) a vida do outro. Como se isso fosse possível e saudável. Aqueles “toc’s” clássicos de nunca deixar louça na pia, ou de sempre arrumar sua cama pela manhã.

Demora um tempo (um longo tempo. Talvez uma vida inteira) pra perceber o que de fato cabe hoje na nossa vida, e o que não nos pertence.

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Mãe Solo e Pai de Selfie

Como li por aí esses dias “metade de mim é amor, mas a outra metade é treta”, casa muito bem com meu estado de espírito atual.
Tá treta, mano, cuidar do pimpolho integralmente, e não, não tô querendo que me digam “bota na creche”, porque se eu escolhi cuidar dele e sacrificar um pedacinho da minha carreira e vida social, é porque acredito muito que o quanto menos eu puder terceirizar esse cuidado nos primeiros anos de vida dele, melhor pra ele, pra mim, pro mundo. E nada contra quem faz o contrário, essa sou só eu mesma, meu eu.
Mas tenho que falar, porque uma taça de vinho e algumas uvas na mesa me deram o start de botar pra fora as palavras meio ditas, o palavrão engasgado, tá PHODA.
Foi meio que assim…a gente se amava, os planos eram aqueles dos PRA SEMPRE, mas no meio do caminho veio uma gravidez. Um sonho antigo, mas que apareceu sem eu ter me preparado. Paguei um pau. Briguei comigo mesma, fiz duras críticas à minha pessoa, engoli todas elas e segui em frente, com o pai da criaturinha ao lado.
Então, num belo dia, quando a pança já não sustentava mais os jeans, o infeliz vem dizer que não tava preparado pra assumir uma família. Pera aí, e eu, tava? Tinha que estar, não tinha opção.

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