O grande prazer nas pequenas coisas

Um pequeno grande prazer meu é contemplar minha flor favorita!! 

Faz um tempo já que ando pensando em como são boas as pequenas coisas da vida. Pra mim são essas que vou colocar aqui, mas pra você podem ser outras, e está tudo bem. O que vale é você analisar de dentro pra fora o que é considerado pequeno para as pessoas mas que para você é importante.

Meus pequenos grandes prazeres são: abraços apertados, observar crianças brincando, olhar a natureza, apreciar a beleza de uma flor (e o perfume!), ouvir os passarinhos cantando, dormir com barulho de chuva, sentir o cheiro do mar, ganhar e fazer carinho de/em quem se ama.

  São coisas pequenas, desvalorizadas na nossa correria sem fim, mas que fazem a maior falta. Quem me conhece de perto sabe que abraço em mim tem que ser apertado e demorado. Sim, eu sou aquela chata que te segura quando você quer fugir! rs Mas valorizo muito mais “perder tempo” num abraço demorado e apertado do que ganhar um abraço xoxo, fraco, com aparência de falta de vontade!

E aí vai a reflexão desse texto: quanto do seu tempo você tem dedicado a alimentar seus pequenos prazeres? Pode ser tomar aquele banho longo, com direito a dia de princesa/príncipe que você mesmo se dá, ou então aquele passeio no fim de tarde, aproveitando o horário de verão (seu lindo, te amo!); quanto tempo faz que você não faz um cafuné em quem você ama? (Um adendo que considero importante: minha sobrinha não consegue enxergar, mas meu carinho é dar umas mordidas delícia nela! Mas é amor e carinho, eu juro!)

    Eu percebi que, fugindo/deixando de lado esses pequenos prazeres da nossa vida, a gente vai morrendo aos poucos. E morrer aos poucos é pior que levar um tiro! :O Você vai sentindo falta de si mesmo, vai ficando triste, cansado, a criatividade se esgota, não acha graça em mais nada e tudo fica meio que mecânico e sem sentido. Ruim né!?

Meu convite nesse texto rápido de hoje é para você relembrar seus pequenos grandes prazeres e começar a desfrutar deles agora mesmo se possível. Eu, por exemplo, escrevi esse texto de frente para um pequeno bosque, com umas árvores bonitas, enquanto esperava por uma pessoa. Fiquei olhando o desenho do tronco, os diferentes tons de verde na paisagem e me inspirei para te escrever (mesmo porque, fazia tempo né? Desculpa! Promete que me perdoa?)

    Se reconecte com você mesmo, alimente seus pequenos prazeres, viva feliz e com mais qualidade. Vai por mim, isso faz diferença!

    Um super abraço, apertado, demorado e com vontade e até a próxima!!

Tempo, tempo, tempo…

“O tempo não para!”
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“Estou atrasado! Estou atrasado para um compromisso muito importante!”

Você deve ouvir – e falar – muitas vezes que “não tenho tempo”, “a vida tá muito corrida, tô sem tempo”, “não deu tempo hoje, amanhã eu faço/vejo/vou…”. Assume: você já usou a falta de tempo como desculpa pra deixar de fazer alguma coisa que não queria. Eu já! (provavelmente minha terapeuta está lendo esse texto e depois eu terei problemas, mas enfim!)

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O copo meio cheio!

Era pra ter uma música aqui. Mas a inspiração do texto veio sem isso! Indique nos comentários uma música que você acha que combina!

Fim de semana passado eu tirei para fazer visitas. Fui à casa de dois amigos no sábado e de uma no domingo. Em todas as conversas que tive, que foram deliciosas e enriquecedoras, em todas elas, a palavra RESSIGNIFICAR (trazer novo significado) ficou ressoando na minha mente! Para cada situação, a sugestão era ressignificar. 

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Buscando caminhos para o Sentido Existencial

Quem nunca se perguntou:

– Qual sentido da minha  vida?

– Por que existo?

– O que fazer da vida?

– Por que nasci?

Em muitas fases da vida, buscamos respostas por situações e até mesmo por algo que não podemos compreender. A busca de um sentido para vida é algo consequente, principalmente quando existem questionamentos e indagações. Muitos podem negar essa busca, fazendo com que ela se torne inconsciente ou até mesmo, desnecessária. Porém, em um determinado momento  é necessário ser feita uma reflexão pessoal. Em meios às inquietações surgem interrogações buscando por respostas.

Nessa era, onde os aparelhos celulares têm sido totalmente indispensáveis para o cotidiano, um simples objeto que é capaz de ocupar o máximo de tempo nos mantendo conectados com o mundo e mesmo com tantas informações através da internet, contatos com pessoas do mundo todo, nossa atenção se dispersa nas redes sociais. Buscamos frequentemente algo para nos preencher, não só pela ocasião que ocupe o nosso tempo. É perceptível que buscar ocupar o tempo, também é uma maneira de dar sentido. Mas, realmente é isso que tem sentido?  

O preenchimento para o coração para à alma que grita por algo que precisa ser completado, aquela carência profunda por saber exatamente que precisamos achar nosso lugar no mundo, por esses meios existe uma busca incessante, exigimos de nós mesmos algo que nos complete, isso pode ocasionar satisfações momentâneas e realizações em curto prazo. Buscamos espairecer com viagens, claro, isso pode nos trazer um êxtase satisfatório, um ápice de alegria e descoberta, mesmo que seja por poucas semanas, dias e horas. Surgirão situações de empolgação como: festas e bares, o agito total com a “galera descolada”, aquela “curtida” no final de semana ou feriado. Em demasia outros preferem buscar melhorar à aparência física nas academias, salões de beleza e clínicas de estética, não que isso seja desapreciado, de fato zelar pela aparência e cuidar de si é essencial, mas a intenção é: Será que é apenas isso o propósito da existência?

Enfim, há muito que ser citado para exemplificar as formas de preencher os momentos da vida e que estimulem a empolgação por estar vivo intensificando como entusiastas maneiras de encontrar realização.

Entender o significado pleno da existência exige coerência e ouvidos atentos ao que se diz: “chamado”, esse chamado é o que caracteriza realmente a forma dessa realização que irá se materializar como proposito existencial. É totalmente distinto de todas as opções instantâneas. É um processo lento, de descoberta interior, de maturidade e de consciência para enxergar dentro de si, o que realmente existe.

O vazio interior faz com que ajamos muitas vezes impensadamente, até mesmo com falta de responsabilidade sobre si, na ânsia de procurar algo que faça valer a pena, do real significado existencial e das suas razões. Entre tantas formas de encontrar o caminho certo para preencher esse vazio, por vezes o apego pelas futilidades tem se tornado cômodo ao ponto de não perceber se o que está sendo feito, realmente tem sentido. Nesta falta de direcionamento, a vida se torna  um caminho obscuro com  perdas constantes por não saber o rumo certo para prosseguir.

Portanto, o convite hoje após ler esse texto é refletir o sentido existencial e qual é a razão que você se faz presente.

Por mais que a nossa função seja simples, quando fazemos com grandeza ela se torna nobre e por mais que não saibamos ainda o que mais podemos fazer, faça o que é para ser feito. Se esforçando com entusiasmo e dedicação. Porque o simples pode parecer inútil e sem valor, mas, na simplicidade que se obtém os melhores resultados, aqueles que se tornarão grandiosos.

Pare, olhe, contemple!

Achei o vídeo tão fófis que você deveria apreciá-lo!
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