Tempo, tempo, tempo…

“O tempo não para!”
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“Estou atrasado! Estou atrasado para um compromisso muito importante!”

Você deve ouvir – e falar – muitas vezes que “não tenho tempo”, “a vida tá muito corrida, tô sem tempo”, “não deu tempo hoje, amanhã eu faço/vejo/vou…”. Assume: você já usou a falta de tempo como desculpa pra deixar de fazer alguma coisa que não queria. Eu já! (provavelmente minha terapeuta está lendo esse texto e depois eu terei problemas, mas enfim!)

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O copo meio cheio!

Era pra ter uma música aqui. Mas a inspiração do texto veio sem isso! Indique nos comentários uma música que você acha que combina!

Fim de semana passado eu tirei para fazer visitas. Fui à casa de dois amigos no sábado e de uma no domingo. Em todas as conversas que tive, que foram deliciosas e enriquecedoras, em todas elas, a palavra RESSIGNIFICAR (trazer novo significado) ficou ressoando na minha mente! Para cada situação, a sugestão era ressignificar. 

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Buscando caminhos para o Sentido Existencial

Quem nunca se perguntou:

– Qual sentido da minha  vida?

– Por que existo?

– O que fazer da vida?

– Por que nasci?

Em muitas fases da vida, buscamos respostas por situações e até mesmo por algo que não podemos compreender. A busca de um sentido para vida é algo consequente, principalmente quando existem questionamentos e indagações. Muitos podem negar essa busca, fazendo com que ela se torne inconsciente ou até mesmo, desnecessária. Porém, em um determinado momento  é necessário ser feita uma reflexão pessoal. Em meios às inquietações surgem interrogações buscando por respostas.

Nessa era, onde os aparelhos celulares têm sido totalmente indispensáveis para o cotidiano, um simples objeto que é capaz de ocupar o máximo de tempo nos mantendo conectados com o mundo e mesmo com tantas informações através da internet, contatos com pessoas do mundo todo, nossa atenção se dispersa nas redes sociais. Buscamos frequentemente algo para nos preencher, não só pela ocasião que ocupe o nosso tempo. É perceptível que buscar ocupar o tempo, também é uma maneira de dar sentido. Mas, realmente é isso que tem sentido?  

O preenchimento para o coração para à alma que grita por algo que precisa ser completado, aquela carência profunda por saber exatamente que precisamos achar nosso lugar no mundo, por esses meios existe uma busca incessante, exigimos de nós mesmos algo que nos complete, isso pode ocasionar satisfações momentâneas e realizações em curto prazo. Buscamos espairecer com viagens, claro, isso pode nos trazer um êxtase satisfatório, um ápice de alegria e descoberta, mesmo que seja por poucas semanas, dias e horas. Surgirão situações de empolgação como: festas e bares, o agito total com a “galera descolada”, aquela “curtida” no final de semana ou feriado. Em demasia outros preferem buscar melhorar à aparência física nas academias, salões de beleza e clínicas de estética, não que isso seja desapreciado, de fato zelar pela aparência e cuidar de si é essencial, mas a intenção é: Será que é apenas isso o propósito da existência?

Enfim, há muito que ser citado para exemplificar as formas de preencher os momentos da vida e que estimulem a empolgação por estar vivo intensificando como entusiastas maneiras de encontrar realização.

Entender o significado pleno da existência exige coerência e ouvidos atentos ao que se diz: “chamado”, esse chamado é o que caracteriza realmente a forma dessa realização que irá se materializar como proposito existencial. É totalmente distinto de todas as opções instantâneas. É um processo lento, de descoberta interior, de maturidade e de consciência para enxergar dentro de si, o que realmente existe.

O vazio interior faz com que ajamos muitas vezes impensadamente, até mesmo com falta de responsabilidade sobre si, na ânsia de procurar algo que faça valer a pena, do real significado existencial e das suas razões. Entre tantas formas de encontrar o caminho certo para preencher esse vazio, por vezes o apego pelas futilidades tem se tornado cômodo ao ponto de não perceber se o que está sendo feito, realmente tem sentido. Nesta falta de direcionamento, a vida se torna  um caminho obscuro com  perdas constantes por não saber o rumo certo para prosseguir.

Portanto, o convite hoje após ler esse texto é refletir o sentido existencial e qual é a razão que você se faz presente.

Por mais que a nossa função seja simples, quando fazemos com grandeza ela se torna nobre e por mais que não saibamos ainda o que mais podemos fazer, faça o que é para ser feito. Se esforçando com entusiasmo e dedicação. Porque o simples pode parecer inútil e sem valor, mas, na simplicidade que se obtém os melhores resultados, aqueles que se tornarão grandiosos.

Olha, um problema! Me solta que vou ali agarrar ele!

 “Tem até quem vê problema onde não tem!”

Tem gente que tem um apego em problema que não pode ver um dando sopa e já quer ir tomar posse do coitado! Conheço um povo que ama problematizar a vida, enxergam problema onde não tem, reclamam de problema antigo e adotam problema alheio. Gosto esse, um tanto quanto irritante. Continue lendo “Olha, um problema! Me solta que vou ali agarrar ele!”

O texto mais difícil de publicar

Na morte, celebrar a vida!

Hoje faz pouco mais de dois meses que minha avó faleceu. E resolvi escrever esse texto para parar de assombrar as pessoas quando digo que não estou sofrendo com a morte dela (não sofri com sete dias do falecimento e nem sofro agora!). Sim, não estou sofrendo! Faz um tempão que quero escrever sobre as pessoas que são apegadas no sofrimento, que parecem necessitar do sofrimento para ser aceitas e o fato da minha avó só fez afirmar dentro de mim a necessidade desse texto. Continue lendo “O texto mais difícil de publicar”

Fala comigo!

Acho que esse vídeo explica um pouco porque nos entregamos à solidão acompanhada!

Se você estiver lendo esse texto sentado ao lado de alguém com quem você deveria estar conversando, desligue seu telefone, puxe 7 assuntos diferentes, dê dois beijinhos antes de voltar a ler, senão você viverá o resto da vida em relações superficiais. Tô jogando praga mesmo!

Dia desses foi dia dos namorados! E eu, como não tenho um namorado e as amigas estavam ocupadas (ou com seus crushes ou com outros compromissos), eu fui ao cinema sozinha mesmo! Sentada tomando meu lanche na praça de alimentação do shopping comecei a praticar meu esporte preferido: a observação! Entre uma mordida e outra na minha empada, olhava os vários casais se sentando próximo a mim. E percebi um fenômeno que faz muito tempo que me chama a atenção: o fenômeno da solidão acompanhada!

Esse fenômeno afeta a mim, afeta você, afeta a vovó e o vovô (tadinhos!), afeta os casais. E entre os casais, é pior e mais feio de se ver. O vídeo que abre o texto de hoje ilustra bem o destino dos relacionamentos atuais, com pessoas que fazem companhia uma pra outra, mas que não se relaciona. Se relacionar implica em conversar, se doar, se abrir, se permitir pagar uns micos junto com alguém. Mais que isso, se relacionar significa trocar de mundo, conhecer e entrar no mundo do outro, se deixar mudar em algumas chatices, aprender com a realidade do outro e permitir que aconteça o mesmo com aquele que entra no seu mundo. Aliás, só teremos bons relacionamentos se dermos o ticket de entrada no nosso Jurassic Park pro visitante! #ficaadica

Quando a gente se entrega à solidão acompanhada, principalmente com aquela pessoa que você tem uma relação afetiva, entrar no parque do outro é tarefa para Ethan Hunt: uma verdadeira missão impossível! Ninguém é capaz de invadir esse sistema fechado que é a nossa vida, o nosso espaço particular, a não ser que a gente dê acesso. Se você se senta com a namorada ou namorado, sai passear com a pessoa: converse com ela, pergunte da vida dela, fale da sua vida, conte uma história engraçada, se vulnerabilize (essa palavra existe, Pasquale?!).

Estamos abertos!

Falo dos casais, mas essa solidão acompanhada acontece em todos os tipos de relacionamentos. Eu tenho me policiado muito para não entrar na bolha da tecnologia quando estou com alguém da família ou amigos. É tão chato você estar conversando com alguém e a pessoa estar ligada no celular ao invés de ligada em você. Dá uma preguiça continuar o assunto…. Hoje em dia busco a cada momento conhecer melhor aqueles que convivem comigo, saber suas histórias de vida, o que faz rir ou chorar, a comida que gosta, se tem mau humor quando tá com sono, se mata um quando tá com fome, qual o tipo de música preferida, os gostos bizarros, qualquer coisa que me faça criar um laço, uma conexão wi fi de qualidade, uma rede de amizade e profundidade.

Escrevi esse texto na rodoviária em São José dos Campos, voltando de Campinas, do casamento de dois amigos queridos. E fiquei pensando, enquanto estava mofando esperando meu ônibus, o quanto a gente se esforça por pessoas que não têm seu sangue. Isso só é possível por causa do laço de intimidade e profundidade na nossa relação. Se mostrar, se deixar conhecer, abrir seu olhar para enxergar quem é o outro faz com que nossas relações deixem de ser superficiais e passem a agregar valor. Você tem agregado valor às pessoas com quem convive?! #reflita

Se você chegou até aqui sem ser atingido pela minha maldição do início do texto, parabéns! Se você chegou aqui e tá com uma culpa por todas as vezes que obrigou alguém a estar sozinho na sua companhia, volte até a casa da criatura e siga os passos do início do texto. Agora, se você está praticando a companhia solitária e está em silêncio ao lado de alguém, sinto muito, você nunca vai sentir o que é ter alguém que se importa de verdade e nunca vai se importar de verdade com ninguém! Que morte horrível…

Um abraço apertado, um desejo de mais profundidade e até semana que vem! ;)

Eu acredito em você!

Pode ser que você não ouve essa frase há muito tempo ou então vive ouvindo! Eu digo isso constantemente para mim e tenho uma amiga que não me deixa esquecer nunca que ela acredita em mim! Isso dá uma foça interna inacreditável – faça o teste e me conta depois. (Aliás, eu tenho sugerido vários testes para os leitores mas ninguém diz se tá funcionando… #xatiada)

Saindo da psicóloga dia desses, depois de uma sessão que ela me esticou, me amassou, me colocou no lugar de novo e me mandou embora, saí pensando em quanta força a gente tem mas que nem sempre se lembra dela! Aí, no meio do caminho, lembrei das teias de aranha, do Homem Aranha (seu lindo!) e de como a força daquela teia sempre me intrigou. Sou da época do Homem Aranha do Tobey Maguire e, desde criança, sempre achei incrível o que aquele herói podia fazer e se aquilo era realmente possível, dentro das escalas das aranhas.

Lendo alguns estudos descobri que sim, se as teias fossem de uma espessura como de um lápis, elas poderiam parar um Boeing 747 em pleno vôo! Uau!! As aranhas são assustadoras, mas produzem teias de uma força insuperável! Aí, voltei no pensamento pós-terapia: se a gente tivesse, dentro da gente, a capacidade de resistir às dificuldades como as teias de aranha resistem a impactos, nós iríamos conseguir superar aquilo que nos derruba na vida.

Como num estalo, eu ouvi dentro de mim aquela voz que todos temos, e que alguns abafam, me dizendo que todos somos fortes, mas alguns não exercitam, outros deixam que forças externas diminuam sua força interior. E resolvi escrever esse texto pra você (e pra mim!), que talvez anda desacreditando na força interior que tem! Você é mais forte pra aguentar o tranco do que imagina!

As vezes a gente precisa de um motivacional assim como esse texto, pra se lembrar do quanto é forte, corajoso, resistente, capaz. A vida não anda fácil – eu sei porque estou vivendo ela! – mas sei também que a gente consegue superar nossos momentos difíceis, passar por aquela barra pesada (que não é aquela que é gostar de você… rs). Eu tenho feito isso constantemente: escrevo nos dias bons, coisas pra ler nos dias ruins. Coloco ali no papel tudo o que consegui realizar e que me deixou com aquela sensação de super poder! Depois, nos dias que está tudo dando errado, que parece que colocaram kriptonita no meu suco, eu paro, leio algumas páginas e a força volta a estar comigo! 

Hoje, eu queria dizer isso pra você que está lendo: eu acredito em você! Assim como as aranhas confiam tanto em suas teias fortes para adquirir o alimento do dia ou da semana, eu acredito na sua teia interna, capaz de segurar as pancadas, segurar dentro de si a sanidade mental nos dias ruins. Se você estiver passando por um dia bom, olhe em volta e veja alguém que precisa de um motivacional, olhe no fundo dos olhos dela e diga, com a boca cheia de confiança: eu acredito em você! Vai funcionar!

Um forte e resistente abraço, até semana que vem! ;)

Você tá reclamando do que?

Voltei com sangue no olho! O assunto é sério hoje, então não vai ter música!

Pra você que tá chegando agora e ainda não sabe: eu moro onde você passa férias! Ou vem passar o fim de semana, ou faz bate e volta no domingo, mas isso não importa! Eu moro naquele lugar que todo o mundo diz que é chique, cheio de glamour, onde fica se sentindo na Europa, blá blá blá… Sim, estou falando de Campos do Jordão! Continue lendo “Você tá reclamando do que?”

Encontrei uma máquina pra voltar no tempo! \o/

Sim, você leu esse título direito: encontrei a máquina do tempo! Você, que sempre quis voltar no tempo para desfazer aquele mal-entendido, consertar aquela cagada, falar que ama aquela pessoa que morreu (ou que se faz de morta pra você… Acontece!), reviver aquele momento super especial, esse texto NÃO é para você! Essa máquina do tempo eu ainda não encontrei e tomara que ninguém encontre. Já pensou na confusão?

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Obrigada, de nada!

“Parece bobagem, mas é gratidão…”

Quem me lê, já sabe como os textos surgem: observando as pessoas! E estava observando a forma de agir delas, e a minha também e percebi que a gente agradece pouco! “Ah que coisa feia!”, diria a sua mãe, com a testa franzida e dedo em riste! Rs Isso porque fomos criados (pelo menos eu) para agradecer tudo o que ganha. Ganhou presente? Agradece! Recebeu um elogio? Agradece! Sacolas arrumadas no mercado? Agradece! E tem mais: nada de responder “valeu!” Não! Era “obrigada!”, sempre acompanhado de um “valeu não é resposta!” (me peguei dando essa mesma lição na minha sobrinha de 9 anos esses dias…. Tô velha, é oficial!) Continue lendo “Obrigada, de nada!”